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The Subject of Money Is Really Two Subjects

The Subject of Money Is Really Two Subjects

“The subject of money is really two subjects: (1) money, plenty of money; and (2) absence of money, not nearly enough money. Often people assume that because they are speaking the words “I want more money,” they are speaking positively about money. When you are feeling fear or discomfort as you speak, you are not speaking of the subject of money; you are speaking of the subject of not enough money. And the difference is very important, because the first subject brings money and the second holds it away.” ~ Abraham-Hicks

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O Assunto de Dinheiro É Realmente Dois Assuntos

O Assunto de Dinheiro É Realmente Dois Assuntos

“O assunto do dinheiro é realmente dois assuntos: (1) dinheiro, muito dinheiro; e (2) ausência de dinheiro, não o suficiente de dinheiro. Muitas vezes as pessoas assumem que porque elas estão falando as palavras “Eu quero mais dinheiro”, elas estão falando positivamente sobre o dinheiro. Quando você está sentindo medo ou desconforto conforme você fala, você não está falando do assunto de dinheiro; você está falando do assunto de dinheiro não ser o suficiente. E a diferença é muito importante, porque o primeiro tópico traz dinheiro e o segundo o mantem afastado.” ~ Abraham-Hicks [Traduzido por Chris Chalréo Breault]

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Sentimentos de Vulnerabilidade Colocam Você Em Harmonia Vibracional Com Ela

Sentimentos de Vulnerabilidade Colocam Você Em Harmonia Vibracional Com Ela

“Não importa se você está vivendo num país onde há alguns freqüentes ataques terroristas, ou num país onde existem atos aleatórios de violência. Não importa qual seja a cultura — é apenas o sentimento de vulnerabilidade que sempre coloca você numa harmonia vibracional com o que você teme. Quando você percebe que trabalhando para atingir o seu sentimento de bem-estar fica, então, impossível para você se misturar com algo diferente de bem-estar — que é o único lugar onde a liberdade vai sempre existir.” ~ Abraham-Hicks [Traduzido por Chris Chalréo Breault]

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Feelings of Vulnerability Puts You Into A Vibrational Harmony With It

Feelings of Vulnerability Puts You Into A Vibrational Harmony With It

“It does not matter whether you are living in a country where there are some frequent terrorist attacks, or in a country where there are random acts of violence. It does not matter what the culture is — it is only the feeling of vulnerability that ever puts you into a vibrational harmony with that which you fear. When you realize that by working to achieve your feeling of Well-being, it is then impossible for you to ever rendezvous with anything other than Well-being — that is the only place that freedom will ever be.” ~ Abraham-Hicks

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Seguindo a Inspirada Ação

Seguindo a Inspirada Ação

“O seu trabalho é ir adiante nesse ambiente físico à procura de coisas que são um equivalente vibracional de alegria, conectar com a Fonte de Energia e, então, seguir com a ação inspirada” ~ Abraham-Hicks [Traduzido por Chris Chalréo Breault]

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Seja Um Equivalente Vibracional À Solução

Seja Um Equivalente Vibracional À Solução

“Você não pode notar o-que-é e reclamar sobre isso, e ser um equivalente vibracional da solução. Quando você está vivendo o problema, você está pedindo a solução, e a Fonte diz sim imediatamente. Assim, nunca há uma razão para você se chafurdar em torno de um problema por mais de cerca de um segundo! Você pode ficar tão bom nisso que antes mesmo de você ficar ciente de que o problema tenha começado, você já tem a solução em curso.” ~ Abraham-Hicks [Traduzido por Chris Chalréo Breault]

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Be A Vibrational Match To The Solution

Be A Vibrational Match To The Solution

“You cannot notice what-is and complain about it, and be a vibrational match to the solution. When you were living the problem, you were asking for the solution, and Source said yes immediately. So, there’s never a reason for you to be wallowing around in a problem for more than about a second? You can get so good at this that before you’re even aware that the problem has gotten started, you’ve already got the solution under way.” ~ Abraham-Hicks

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A Natureza do Bem e do Mal

A Natureza do Bem e do Mal

Excerto tirado do livro “Seth Fala: A Eterna Validade da Alma”.

CAPÍTULO 17: PROBABILIDADES, A NATUREZA DO BEM E DO MAL, E O SIMBOLISMO RELIGIOSO

“O dogma cristão fala da ascensão de Cristo, inferindo, é claro, uma subida vertical para os céus e o desenvolvimento da alma é frequentemente discutido em termos de direção. Para progredir é suposto ascender, enquanto o horror da punição religiosa, o inferno, é visto no fundo [inferior] de todas as coisas.

“Assim, o desenvolvimento é considerado apenas em direção de uma linha única, em termos cristãos. Raramente, por exemplo, ele é pensado em termos horizontais. A idéia da evolução em seu significado popular promulgou esta teoria, como por progressão gradual em uma única direção, o homem emergiu do macaco. Cristo bem poderia também ter desaparecido lateralmente.

“A realidade interior da mensagem foi dita em termos do que o homem da época pôde entender, de acordo com suas suposições enraizadas. O desenvolvimento se desdobra em todas as direções. A alma não está ascendendo numa série de passos onde cada um representa um novo e elevado ponto de desenvolvimento.

“Ao invés disto, a alma fica no centro de si mesma, explorando, estendendo suas capacidades em todas as direções simultaneamente, envolvida em assuntos de criatividade, cada um altamente legitimado. O provável sistema de realidade abre a natureza da alma à você. Isto deveria mudar as idéias atuais de religião consideravelmente. Por esta razão, a natureza do bem e mal é um ponto altamente importante.

“Por um lado, bastante simplesmente, e de certo modo que você não pode entender no momento, o mal não existe. Porém, você é obviamente confrontado com o que parecem ser efeitos bastante maléficos. Tem sido dito frequentemente que há um deus, então deve haver um diabo – ou, se há um bem, deve haver um mal. Isto é como dizer que como uma maçã tem um topo, então tem que ter um fundo – mas sem nenhum entendimento do fato de que ambos são uma porção da maçã.

“Voltando aos nossos fundamentos: Você cria realidade através de seus sentimentos, pensamentos, e ações mentais. Algumas destas são materializadas fisicamente, outras são realizadas em sistemas prováveis. Você é apresentado com uma série infinita de escolhas, aparentemente, a qualquer ponto, umas mais ou menos favoráveis que outras.

“Você tem que entender que cada ato mental é uma realidade pela qual você é responsável. Isto que você é neste sistema particular de realidade. Enquanto você acreditar num diabo, por exemplo, você criará um que é real o bastante para você, e para os outros que continuam criando-o.

“Por causa da energia que ele é dado por outros, ele terá uma certa consciência própria, mas tal diabo simulado não tem poder ou realidade para aqueles que não acreditam na existência dele, e que não dão a ele energia através de suas crenças. Ele é, em outras palavras, uma alucinação superlativa. Como mencionado anteriormente, aqueles que acreditam num inferno e se subscrevem a ele através de sua crença podem de fato experienciar um, mas certamente em nada como termos eternos. Nenhuma alma é ignorante para sempre.

“Aqueles que têm tais crenças, de fato lhes faltam uma confiança profunda na natureza da consciência, da alma, e no Tudo-Que-É. Eles não se concentram no que pensam sobre o poder do bem, mas temerosamente no que pensam sobre o poder do mal. A alucinação é criada, portanto, do medo e da restrição. A idéia do mal é meramente a projeção em massa de certos medos – massa porque é produzida por muitas pessoas, mas também limitada porque sempre houveram aqueles que rejeitaram este princípio.

“Algumas religiões muito antigas entenderam a natureza alucinatória do conceito de diabo, mas até mesmo em tempos egípcios, as idéias mais simples e mais distorcidas prevaleceram, particularmente com as massas de pessoas.  De alguns modos, os homens naqueles tempos não entenderam o conceito de um deus sem o conceito de um diabo.

“Tempestades, por exemplo, são eventos naturais altamente criativos, entretanto também podem causar destruição. O homem primitivo conseguia ver apenas a destruição. Alguns entenderam intuitivamente que quaisquer efeitos são criativos, apesar de suas aparências, mas poucos puderam convencer seus colegas.

“O contraste de luz-e-escuridão nos apresenta com o mesmo tipo de cenário. O bem foi visto como luz, pois os homens se sentiam mais seguros durante o dia. O mal foi, consequentemente, atribuido à noite. Na massa de distorções, porém, escondido sob o dogma, sempre houve uma pista da criatividade básica de todos os efeitos.

“Não há, então, nenhum diabo esperando para lhe carregar a lugar nenhum, a menos que você o crie por si mesmo, caso no qual o poder reside em você e não nos falsos diabos. A Crucificação e o drama anexado fizeram sentido, na ocasião, dentro de sua realidade. Surgiu no mundo da realidade física de dentro da realidade interna, da qual suas intuições e discernimentos mais profundos brotam.

“A raça trouxe, então, os eventos que melhor transmitiriam, em termos físicos, este profundo conhecimento não físico da indestrutibilidade da alma. Este drama em particular não teria feito sentido a outros sistemas com raizes de suposições diferentes do que o seu.”

~ Seth (Texto tirado e traduzido do livro “Seth Fala – A Eterna Validade da Alma”, capítulo 17)

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The Nature of Good and Evil

The Nature of Good and Evil

Excerpt taken from the book “Seth Speaks – The Eternal Validity of The Soul.”

CHAPTER 17: PROBABILITIES, THE NATURE OF GOOD AND EVIL, AND RELIGIOUS SYMBOLISM

Christian dogma speaks of the ascension of Christ, implying of course a vertical ascent into the heavens, and the development of the soul is often discussed in terms of direction. To progress is supposedly to ascend, while the horror of religious punishment, hell, is seen at the bottom of all things.

Development is therefore considered in a one-line direction only, in Christian terms. Seldom, for example, is it thought of in horizontal terms. The idea of evolution in its popular meaning promulgated this theory, as through gradual progression in a oneline direction, man emerged from the ape. Christ could just as well have disappeared sideways.

The inner reality of the message was told in terms that man at the time could understand, in line with his root assumptions. Development unfolds in all directions. The soul is not ascending a series of stairs, each one representing a new and higher point of development.

Instead, the soul stands at the center of itself, exploring, extending its capacities in all directions at once, involved in issues of creativity, each one highly legitimate. The probable system of reality opens up the nature of the soul to you. It should change current religion’s ideas considerably. For this reason, the nature of good and evil is a highly important point.

On the one hand, quite simply and in a way that you cannot presently understand, evil does not exist. However, you are obviously confronted with what seem to be quite evil effects. Now it has been said often that there is a god, so there must be a devil – or if there is good, there must be evil. This is like saying that because an apple has a top, it must have a bottom – but without any understanding of the fact that both are a portion of the apple.

We go back to our fundamentals: You create reality through your feelings, thoughts, and mental actions. Some of these are physically materialized, others are actualized in probable systems. You are presented with an endless series of choices, it seems, at any point, some more or less favorable than others.

You must understand that each mental act is a reality for which you are responsible. That is what you are in this particular system of reality for. As long as you believe in a devil, for example, you will create one that is real enough for you, and for the others who continue to create him.

Because of the energy he is given by others, he will have a certain consciousness of his own, but such a mock devil has no power or reality to those who do not believe in his existence, and who do not give him energy through their belief. He is, in other words, a superlative hallucination As mentioned earlier, those who believe in a hell and assign themselves to it through their belief can indeed experience one, but certainly in nothing like eternal terms. No soul is forever ignorant.

Now those who have such beliefs actually lack a necessary deep trust in the nature of consciousness, of the soul, and of All That Is. They concentrate upon not what they think of as the power of good, but fearfully upon what they think of as the power of evil.

The hallucination is created, therefore, out of fear and of restriction. The devil idea is merely the mass projection of certain fears – mass in that it is produced by many people, but also limited in that there have always been those who rejected this principle.

Some very old religions understood the hallucinatory nature of the devil concept, but even in Egyptian times, the simpler and more distorted ideas became prevalent, particularly with the masses of people. In some ways, men in those times could not understand the concept of a god without the concept of a devil.

Storms, for example, are highly creative natural events, though they can also cause destruction. Early man could see only the destruction. Some intuitively understood that any effects are creative, despite their appearances, but few could convince their fellow men.

The light-and-darkness contrast presents us with the same kind of picture. The good was seen as light, for men felt safer in the day. The evil was therefore assigned to nightfall. Within the mass of distortions, however, hidden beneath the dogma there was always a hint of the basic creativity of every effect.

There are, then, no devils waiting to carry anyone off, unless you create them yourself, in which case the power resides in you and not in the mock devils. The Crucifixion and attendant drama made sense within your reality at the time. It arose into the world of physical actuality out of the inner reality from which your deepest intuitions and insights also spring.

The race brought forth the events, then, that would best convey in physical terms this deeper nonphysical knowledge of the indestructibility of the soul. This particular drama would not have made sense to other systems with different root assumptions than your own.

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Como Relacionamentos Multidimensionais São Criados

Como Relacionamentos Multidimensionais São Criados

Excerto tirado do livro “Seth Fala: A Eterna Validade da Alma”.

CAPÍTULO 16: SISTEMAS PROVÁVEIS, HOMENS E DEUSES

Probabilidades são uma porção sempre presente de seu ambiente psicológico invisível. Você existe no meio de um sistema provável de realidade. Não é algo à parte de você. Até certo ponto é como um mar no qual você tem seu ser atual. Você está nele e ele está em você.

Ocasionalmente , nos níveis de superfície da consciência, você pode imaginar o que teria acontecido se você tivesse tomado outras decisões além das que tomou, escolhido parceiros diferentes, por exemplo, ou morado em outras partes do país.

Você pode imaginar o que teria acontecido se tivesse enviado uma carta importante, que decidiu não enviar, e apenas em tal imaginação você questiona a natureza das probabilidades. Mas há profundas conexões entre você mesmo e todos aqueles indivíduos com quem você teve uma relação e com quem você esteve envolvido em profundas decisões.

Estas não são nebulosas. Elas são interconexões psicológicas profundas que  ligam vocês uns aos outros, particularmente na estrutura telepática, embora isto possa estar sob a consciência normal. As conexões físicas irrealizadas que poderiam ocorrer, mas que não ocorreram, são trabalhadas em outras camadas da realidade.

O ambiente invisível dentro de sua mente não é tão solitário quanto você possa pensar e seu aparente isolamento interior é provocado pela persistência da guarda do ego. Ele não vê razão, por exemplo, pelo qual você deva ser informado do que ele não considera pertinente na atividade diária.

Eu não gosto da frase “avançar”, contudo, em seus termos, “avançar” como uma consciência é vir a ser mais e mais consciente destas outras materializações de sua própria identidade. Os Eus prováveis estão ganhando consciência dos outros Eus prováveis e percebendo que todos são várias manifestações da identidade verdadeira.

Eles não estão “perdidos”, enterrados ou negados em algum Super-Eu, sem livre arbítrio, auto-determinado ou auto-individualizado. Ao contrário, a identidade é o que eles são, com plena liberdade para expressar todas as prováveis ações e desenvolvimentos, ambos nesta realidade e nas outras que você não conhece.

Quando você se sente lendo este livro em seu momento presente no tempo, você está posicionado no centro de uma rede cósmica de probabilidades que é afetada por seu mais leve ato mental ou emocional.

Portanto, seus pensamentos e emoções seguem adiante, a partir de você, não apenas em todas as direções físicas, mas em direções que são bastante invisíveis para você, aparecendo em dimensões que você, presentemente, não entenderia.

Você também é o receptor de outros sinais vindos de outras probabilidades que estão conectadas com você mesmo, mas você escolhe aquelas das ações prováveis que você quer tornar reais ou físicas em seu sistema, como os outros também têm a liberdade de escolher nos sistemas deles.

Então, você origina idéias e as recebe, mas você não é forçado a atualizar atos prováveis irrealizados que vêm a você de outros Eus prováveis. Há uma atração natural entre você mesmo e outros Eus prováveis, conexões eletromagnéticas relacionadas com propulsões simultâneas de energia. Por isso, quero dizer energia que aparece simultaneamente, ambas para você e para Eus prováveis em outras realidades; conexões psíquicas relacionadas com uma reação singular, simpatizante, emocional e uma conexão que se mostra muito fortemente no estado de sonho.

Naquele estado, com as funções do ego um pouco acalmadas, há um pouco de comunicação considerável entre várias porções da identidade inteira. Em sonhos você pode ter um olhar rápido de estradas prováveis por onde você poderia ter ido. Você pode pensar que estas são fantasias, mas, ao invés, você pode estar percebendo um quadro legítimo de eventos que aconteceram dentro de outro sistema de probabilidades.

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How Multidimensional Relationships Are Created

How Multidimensional Relationships Are Created

Excerpt taken from the book “Seth Speaks – The Eternal Validity of The Soul.”

CHAPTER XVI: PROBABLE SYSTEMS, MEN, AND GODS

… Probabilities are an ever-present portion of your invisible psychological environment. You exist in the middle of the probable system of reality. It is not something apart from you. To some extent it is like a sea in which you have your present being. You are in it, and it is in you. Occasionally at surface levels of consciousness, you might wonder what might have happened had you made other decisions than those you have; chosen different mates, for example, or taken up residence in other portions of the country. You might wonder what would have happened had you mailed an important letter that you subsequently decided not to mail; and in such small wonderings only, have you ever questioned the nature of probabilities. But there are deep connections between yourself and all those individuals with whom you have had relationships, and with whom you were involved in deep decisions.

These are not nebulous. They are profound psychological interconnections that bind you each to each, particularly in a telepathic framework, though this may be beneath normal consciousness. The unrealized physical connections that might have occurred, but did not, are worked out in other layers of reality.

The invisible environment within your mind is not as lonely as you might think, and your seeming inner isolation is caused by the ego’s persistent guard. It sees no reason, for example, why you should be informed of information that it does not consider pertinent to day-by-day daily activity.

I do not like the phrase, “to advance”, yet in your terms “to advance” as a consciousness is to become more and more aware of these other materializations of your own identity. The probable selves are to gain awareness of the other probable selves, and realize that all are various manifestations of the true identity.

They are not “lost”, buried or negated in some superself, without free will, selfdetermination, or individuality. Instead the identity is what they are, with full freedom to express all probable actions and developments, both in this reality and in others that you do not know.

As you sit reading this book in your present moment of time, you are positioned in the center of a cosmic web of probabilities that is affected by your slightest mental or emotional act.

Your thoughts and emotions, therefore, go forth from you not only in all physical directions but in directions that are quite invisible to you, appearing in dimensions that you would not presently understand. Now you are also the receiver of other such signals coming from other probabilities that are connected with your own, but you choose which of those probable actions you want to make real or physical in your system, as others also have the freedom of choice in their systems.

You originate ideas then and receive them, but you are not forced to actualize unrealized probable acts that come to you from other probable selves. Now there is a natural attraction between yourself and other probable selves, electromagnetic connections having to do with simultaneous propulsions of energy. By this I mean energy that appears simultaneously both to you and probable selves in other realities; psychic connections having to do with a uniting, sympathetic, emotional reaction and a connection that shows up very strongly in the dream state.

In that state, with the functions of the ego somewhat stilled, there is some considerable communication between various portions of the entire identity. In dreams you may have glimpses of probable roads that you might have taken. You may think that these are fantasy, but instead you may be perceiving a legitimate picture of events that did occur within another system of probabilities.