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The Nature of Good and Evil

The Nature of Good and Evil

Excerpt taken from the book “Seth Speaks – The Eternal Validity of The Soul.”

CHAPTER 17: PROBABILITIES, THE NATURE OF GOOD AND EVIL, AND RELIGIOUS SYMBOLISM

Christian dogma speaks of the ascension of Christ, implying of course a vertical ascent into the heavens, and the development of the soul is often discussed in terms of direction. To progress is supposedly to ascend, while the horror of religious punishment, hell, is seen at the bottom of all things.

Development is therefore considered in a one-line direction only, in Christian terms. Seldom, for example, is it thought of in horizontal terms. The idea of evolution in its popular meaning promulgated this theory, as through gradual progression in a oneline direction, man emerged from the ape. Christ could just as well have disappeared sideways.

The inner reality of the message was told in terms that man at the time could understand, in line with his root assumptions. Development unfolds in all directions. The soul is not ascending a series of stairs, each one representing a new and higher point of development.

Instead, the soul stands at the center of itself, exploring, extending its capacities in all directions at once, involved in issues of creativity, each one highly legitimate. The probable system of reality opens up the nature of the soul to you. It should change current religion’s ideas considerably. For this reason, the nature of good and evil is a highly important point.

On the one hand, quite simply and in a way that you cannot presently understand, evil does not exist. However, you are obviously confronted with what seem to be quite evil effects. Now it has been said often that there is a god, so there must be a devil – or if there is good, there must be evil. This is like saying that because an apple has a top, it must have a bottom – but without any understanding of the fact that both are a portion of the apple.

We go back to our fundamentals: You create reality through your feelings, thoughts, and mental actions. Some of these are physically materialized, others are actualized in probable systems. You are presented with an endless series of choices, it seems, at any point, some more or less favorable than others.

You must understand that each mental act is a reality for which you are responsible. That is what you are in this particular system of reality for. As long as you believe in a devil, for example, you will create one that is real enough for you, and for the others who continue to create him.

Because of the energy he is given by others, he will have a certain consciousness of his own, but such a mock devil has no power or reality to those who do not believe in his existence, and who do not give him energy through their belief. He is, in other words, a superlative hallucination As mentioned earlier, those who believe in a hell and assign themselves to it through their belief can indeed experience one, but certainly in nothing like eternal terms. No soul is forever ignorant.

Now those who have such beliefs actually lack a necessary deep trust in the nature of consciousness, of the soul, and of All That Is. They concentrate upon not what they think of as the power of good, but fearfully upon what they think of as the power of evil.

The hallucination is created, therefore, out of fear and of restriction. The devil idea is merely the mass projection of certain fears – mass in that it is produced by many people, but also limited in that there have always been those who rejected this principle.

Some very old religions understood the hallucinatory nature of the devil concept, but even in Egyptian times, the simpler and more distorted ideas became prevalent, particularly with the masses of people. In some ways, men in those times could not understand the concept of a god without the concept of a devil.

Storms, for example, are highly creative natural events, though they can also cause destruction. Early man could see only the destruction. Some intuitively understood that any effects are creative, despite their appearances, but few could convince their fellow men.

The light-and-darkness contrast presents us with the same kind of picture. The good was seen as light, for men felt safer in the day. The evil was therefore assigned to nightfall. Within the mass of distortions, however, hidden beneath the dogma there was always a hint of the basic creativity of every effect.

There are, then, no devils waiting to carry anyone off, unless you create them yourself, in which case the power resides in you and not in the mock devils. The Crucifixion and attendant drama made sense within your reality at the time. It arose into the world of physical actuality out of the inner reality from which your deepest intuitions and insights also spring.

The race brought forth the events, then, that would best convey in physical terms this deeper nonphysical knowledge of the indestructibility of the soul. This particular drama would not have made sense to other systems with different root assumptions than your own.

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Como Relacionamentos Multidimensionais São Criados

Como Relacionamentos Multidimensionais São Criados

Excerto tirado do livro “Seth Fala: A Eterna Validade da Alma”.

CAPÍTULO 16: SISTEMAS PROVÁVEIS, HOMENS E DEUSES

Probabilidades são uma porção sempre presente de seu ambiente psicológico invisível. Você existe no meio de um sistema provável de realidade. Não é algo à parte de você. Até certo ponto é como um mar no qual você tem seu ser atual. Você está nele e ele está em você.

Ocasionalmente , nos níveis de superfície da consciência, você pode imaginar o que teria acontecido se você tivesse tomado outras decisões além das que tomou, escolhido parceiros diferentes, por exemplo, ou morado em outras partes do país.

Você pode imaginar o que teria acontecido se tivesse enviado uma carta importante, que decidiu não enviar, e apenas em tal imaginação você questiona a natureza das probabilidades. Mas há profundas conexões entre você mesmo e todos aqueles indivíduos com quem você teve uma relação e com quem você esteve envolvido em profundas decisões.

Estas não são nebulosas. Elas são interconexões psicológicas profundas que  ligam vocês uns aos outros, particularmente na estrutura telepática, embora isto possa estar sob a consciência normal. As conexões físicas irrealizadas que poderiam ocorrer, mas que não ocorreram, são trabalhadas em outras camadas da realidade.

O ambiente invisível dentro de sua mente não é tão solitário quanto você possa pensar e seu aparente isolamento interior é provocado pela persistência da guarda do ego. Ele não vê razão, por exemplo, pelo qual você deva ser informado do que ele não considera pertinente na atividade diária.

Eu não gosto da frase “avançar”, contudo, em seus termos, “avançar” como uma consciência é vir a ser mais e mais consciente destas outras materializações de sua própria identidade. Os Eus prováveis estão ganhando consciência dos outros Eus prováveis e percebendo que todos são várias manifestações da identidade verdadeira.

Eles não estão “perdidos”, enterrados ou negados em algum Super-Eu, sem livre arbítrio, auto-determinado ou auto-individualizado. Ao contrário, a identidade é o que eles são, com plena liberdade para expressar todas as prováveis ações e desenvolvimentos, ambos nesta realidade e nas outras que você não conhece.

Quando você se sente lendo este livro em seu momento presente no tempo, você está posicionado no centro de uma rede cósmica de probabilidades que é afetada por seu mais leve ato mental ou emocional.

Portanto, seus pensamentos e emoções seguem adiante, a partir de você, não apenas em todas as direções físicas, mas em direções que são bastante invisíveis para você, aparecendo em dimensões que você, presentemente, não entenderia.

Você também é o receptor de outros sinais vindos de outras probabilidades que estão conectadas com você mesmo, mas você escolhe aquelas das ações prováveis que você quer tornar reais ou físicas em seu sistema, como os outros também têm a liberdade de escolher nos sistemas deles.

Então, você origina idéias e as recebe, mas você não é forçado a atualizar atos prováveis irrealizados que vêm a você de outros Eus prováveis. Há uma atração natural entre você mesmo e outros Eus prováveis, conexões eletromagnéticas relacionadas com propulsões simultâneas de energia. Por isso, quero dizer energia que aparece simultaneamente, ambas para você e para Eus prováveis em outras realidades; conexões psíquicas relacionadas com uma reação singular, simpatizante, emocional e uma conexão que se mostra muito fortemente no estado de sonho.

Naquele estado, com as funções do ego um pouco acalmadas, há um pouco de comunicação considerável entre várias porções da identidade inteira. Em sonhos você pode ter um olhar rápido de estradas prováveis por onde você poderia ter ido. Você pode pensar que estas são fantasias, mas, ao invés, você pode estar percebendo um quadro legítimo de eventos que aconteceram dentro de outro sistema de probabilidades.

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How Multidimensional Relationships Are Created

How Multidimensional Relationships Are Created

Excerpt taken from the book “Seth Speaks – The Eternal Validity of The Soul.”

CHAPTER XVI: PROBABLE SYSTEMS, MEN, AND GODS

… Probabilities are an ever-present portion of your invisible psychological environment. You exist in the middle of the probable system of reality. It is not something apart from you. To some extent it is like a sea in which you have your present being. You are in it, and it is in you. Occasionally at surface levels of consciousness, you might wonder what might have happened had you made other decisions than those you have; chosen different mates, for example, or taken up residence in other portions of the country. You might wonder what would have happened had you mailed an important letter that you subsequently decided not to mail; and in such small wonderings only, have you ever questioned the nature of probabilities. But there are deep connections between yourself and all those individuals with whom you have had relationships, and with whom you were involved in deep decisions.

These are not nebulous. They are profound psychological interconnections that bind you each to each, particularly in a telepathic framework, though this may be beneath normal consciousness. The unrealized physical connections that might have occurred, but did not, are worked out in other layers of reality.

The invisible environment within your mind is not as lonely as you might think, and your seeming inner isolation is caused by the ego’s persistent guard. It sees no reason, for example, why you should be informed of information that it does not consider pertinent to day-by-day daily activity.

I do not like the phrase, “to advance”, yet in your terms “to advance” as a consciousness is to become more and more aware of these other materializations of your own identity. The probable selves are to gain awareness of the other probable selves, and realize that all are various manifestations of the true identity.

They are not “lost”, buried or negated in some superself, without free will, selfdetermination, or individuality. Instead the identity is what they are, with full freedom to express all probable actions and developments, both in this reality and in others that you do not know.

As you sit reading this book in your present moment of time, you are positioned in the center of a cosmic web of probabilities that is affected by your slightest mental or emotional act.

Your thoughts and emotions, therefore, go forth from you not only in all physical directions but in directions that are quite invisible to you, appearing in dimensions that you would not presently understand. Now you are also the receiver of other such signals coming from other probabilities that are connected with your own, but you choose which of those probable actions you want to make real or physical in your system, as others also have the freedom of choice in their systems.

You originate ideas then and receive them, but you are not forced to actualize unrealized probable acts that come to you from other probable selves. Now there is a natural attraction between yourself and other probable selves, electromagnetic connections having to do with simultaneous propulsions of energy. By this I mean energy that appears simultaneously both to you and probable selves in other realities; psychic connections having to do with a uniting, sympathetic, emotional reaction and a connection that shows up very strongly in the dream state.

In that state, with the functions of the ego somewhat stilled, there is some considerable communication between various portions of the entire identity. In dreams you may have glimpses of probable roads that you might have taken. You may think that these are fantasy, but instead you may be perceiving a legitimate picture of events that did occur within another system of probabilities.

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Como Realidades São Criadas e Manifestadas

Como Realidades São Criadas e Manifestadas
SETH
Pintura do Retrato de Seth por Robert F. Butts

Trecho tirado do livro “Seth Fala: A Eterna Validade da Alma”. Faça contato comigo se deseja receber uma cópia gratuita deste livro.

CAPÍTULO 14: ESTÓRIAS DO COMEÇO E O DEUS MULTIDIMENSIONAL

Como a vida presente de qualquer indivíduo se eleva de dimensões escondidas além dessas facilmente acessíveis em termos físicos, e como ela puxa sua energia e poder para agir a partir das fontes inconscientes, assim o universo físico presente, como você o conhece, se eleva de outras dimensões. Assim, ele tem sua fonte e deriva sua energia de profundas realidades. A História, como você a conhece, representa apenas uma luz singular a partir de onde você se foca. Você interpreta os eventos que vê nela e projeta sobre seu [da luz] vislumbre a sua interpretação dos eventos que podem ocorrer. Assim, tão encantada é sua concentração que quando você imagina a natureza da realidade você automaticamente limita sua pergunta a esse pequeno vislumbre momentâneo que você chama de realidade física. Quando você pondera sobre os aspectos de Deus, você impensadamente fala do criador daquela luz singular. Aquela luz é única, e se você verdadeiramente entendesse o que é aquilo, você realmente entenderia a natureza da verdadeira realidade.

A História, como você a pensa, representa uma fina linha de probabilidades, na qual você está presentemente imerso. Ela não representa uma vida inteira de sua espécie ou o catálogo das atividades físicas, ou começa a contar a estória das criaturas físicas, suas civilizações, guerras, prazeres, tecnologias ou triunfos. A realidade é muito mais diversa, muito mais rica e indescritível do que você pode presentemente supor ou compreender. A evolução, como você a pensa como ela é categorizada por seus cientistas, representa uma linha provável da evolução, uma na qual, novamente, você está presentemente imerso.

Portanto, há muitos outros desenvolvimentos evolutivos igualmente válidos, igualmente reais que ocorreram, e que ocorrem, e que irão ocorrem, todos dentro de outros prováveis sistemas de realidade física. As diversas, infinitas possibilidades de desenvolvimento possivelmente nunca poderiam aparecer dentro de uma tênue estrutura da realidade.

Com esplêndida inocência e exuberante orgulho, você imagina que o sistema evolutivo, como você o conhece, é o único, que fisicamente não há nada mais. Agora, na realidade física que você conhece, há pistas e sugestões sobre a natureza de outras realidades físicas. Há, latente, em de suas próprias formas físicas outros sentidos, não usados, que poderiam ter vindo à frente, mas, em sua probabilidade, não vieram. Agora, tenho falado de desenvolvimentos terrenos, realidades aglomeradas sobre aspectos terrenos como você os conhece.

Nenhuma linha evolutiva é morta. Então, se em seu sistema ela desaparece, emerge dentro de outra. Todas as materializações prováveis de vida e a consciência têm o dia deles e cria essas condições dentro das quais eles podem florescer; e o dia deles, em seus termos, é eterno.

Estou falando agora, neste capítulo, principalmente sobre seu próprio planeta e sistema solar, mas o mesmo se aplica a todos os aspectos de seu universo físico. Você está ciente, então, de apenas uma específica, delicadamente equilibrada, única, porção da existência física. Você não são apenas criaturas de seres corpóreos , formando imagens de carne e sangue, embutidas num tipo particular de espaço e tempo; vocês também são criaturas se elevando de uma dimensão particularizadas de probabilidades, nascidos de dimensões de realidades ricamente servidas para seu próprio desenvolvimento, enriquecimento e crescimento.

Se você tem qualquer entendimento intuitivo como ainda relativo à natureza da entidade ou o do eu total, você verá que isso o coloca numa posição na qual certas habilidades, insights e experiências podem ser percebidas e na qual seu tipo único de consciência pode ser nutrido. Sua mínima experiência tem mais repercussões dentro desse ambiente multidimensional do que o cérebro físico pode conceber.

Pois, se você está intensamente preocupado com o que pode parecer um aspecto infinitamente curto de realidade, embora você pareça estar completamente embutido nele, apenas a maioria dos elementos “superficiais” do eu está encantada. Não gosto do termo “superfície” em relação a isto, embora eu o tenha usado para sugerir as numerosas porções do eu que estão, ao contrário, engajadas – algumas delas tão encantadas na realidade delas como você na sua.

A entidade, o verdadeiro eu multidimensional, está ciente de todas as partes de suas [dela] experiências e este conhecimento está, até certo ponto, disponível a estas outras porções do eu, incluindo, é claro, o eu físico como você o conhece. Estas várias porções do eu na verdade irão eventualmente (em seus termos) se tornar completamente consciente. Ponto. Essa consciência irá automaticamente alterar o que agora parece ser sua natureza e somar à multiplicidade da existência.

Há muitos sistemas prováveis de realidade, portanto, no qual os dados físicos predominam, mas tais probabilidades físicas representam uma pequena porção. Cada um de vocês também existe em sistemas não físicos e expliquei anteriormente que a seu mais ínfimo pensamento ou emoção é manifestado em muitos outros modos do que em seu próprio campo de existência.

Só uma porção de sua identidade inteira está “presentemente” familiarizada a você, como você a conhece. Então, quando você considera a questão de um ser supremo, você imagina uma personalidade masculina com essas habilidades que vocês mesmos possuem, com grande ênfase em qualidades que você mesmo admira. Este deus imaginado tem, portanto, mudado através de seus séculos, refletindo as idéias mutantes que o homem tem.

Deus foi visto como cruel e poderoso quando o homem acreditou que estas eram características desejáveis, necessárias particularmente em suas batalhas pela sobrevivência física. Ele projetou estas idéias pessoais de um deus porque ele as invejou e as temeu. Você lançou sua idéia de deus, portanto, em sua própria imagem.

Em uma realidade que é incompreensivelmente multidimensional, os velhos conceitos sobre Deus são relativamente sem sentido. Até mesmo o termo, um ser supremo, é em si mesmo distorcido, pois você naturalmente projeta as qualidades da natureza humana nele. Se eu lhe dissesse que Deus fosse uma idéia, você não entenderia o que eu quero dizer, pois você não entende as dimensões nas quais uma idéia tem sua realidade, ou a energia que a pode originar e impelir. Você não acredita nas idéias da mesma maneira que acredita em objetos físicos, então se eu lhe disser que Deus é uma idéia, você interpretará mal, como se Deus fosse menos do que real – nebuloso, sem realidade, sem propósito, e sem motivo de ação.

Agora, sua própria imagem física é a materialização de sua idéia de si mesmo com as propriedades da matéria. Sem a idéia de si mesmo, sua imagem física não seria; ainda, frequentemente, é tudo do qual você está ciente. O poder inicial e a energia da idéia de si mesmo mantém sua imagem viva. Idéias, então, são muito mais importantes do que você percebe. Se você tentar aceitar a idéia de que sua própria existência é multidimensional, de que você habita dentro da média das probabilidades infinitas, então você pode apreender um pequeno vislumbre da realidade que está atrás da palavra “deus” e pode entender a razão pela qual é quase impossível capturar um verdadeiro entendimento deste conceito em palavras.

Deus, portanto, é, em primeiro lugar, um criador, não de um universo físico, mas de uma variedade infinita de prováveis existências, muito mais vastas do que estes aspectos do universo físico com o qual seus cientistas estão familiarizados. Ele simplesmente não enviou, portanto, um filho para viver e morrer em um pequeno planeta. Ele é uma protuberância de todas as probabilidades.

Há parábolas contadas e estórias de começos. Todas estas são tentativas de transmitir um conhecimento em termos mais simples quanto possível. Freqüentemente foram dadas respostas a perguntas que literalmente não têm nenhum significado fora de seu próprio sistema de realidade.

Por exemplo: Não houve nenhum começo e não haverá nenhum fim, ainda assim as parábolas têm lhe dito de começos e finais simplesmente porque com suas idéias distorcidas de tempo, começos e finais parecem ser inseparáveis, eventos válidos.

Conforme você aprende a mudar o foco de sua atenção para longe da realidade física e, consequentemente, vivencia alguma ínfima evidência de outras realidades, sua consciência pulará das velhas idéias, que fazem com que as verdadeiras explicações sejam impossíveis de compreender. A consciência multidimensional está disponível para você em seus sonhos, porém, em alguns estados de transe e frequentemente até mesmo sob a consciência ordinária que você usa para viver o seu dia.

Esta consciência dá a experiência pessoal com a riqueza multidimensional que não existe à parte dela, mas misturada à ela, dentro, através, e em todo seu mundo físico de sentidos. Dizer que a vida física não é real é negar que a realidade penetra toda aparência e é uma protuberância de todo aparecimento. Da mesma maneira, Deus não existe à parte de ou separado da realidade física, mas existe nela e como uma protuberância dela, como ele existe em e como uma protuberância de todos os outros sistemas de existência.

Sua figura de Cristo representa, simbolicamente, sua idéia de Deus e seus relacionamentos. Havia três indivíduos separados cuja história se misturou, e eles foram conhecidos coletivamente como Cristo – conseqüentemente muitas discrepâncias em seus registros. Estes eram todos machos porque àquele ponto de seu desenvolvimento, você não teria aceitado uma contra parte feminina.

Estes indivíduos eram uma protuberância de uma entidade. Você não poderia imaginar Deus senão como um pai. Nunca teria lhe ocorrido imaginar um deus em nenhum outro termo humano. Componentes terrenos. Estas três figuras trabalharam um drama, altamente simbólico, impelido por uma energia concentrada de grande força.

Os eventos como são registrados, porém, não aconteceram na história. A crucificação de Cristo foi um evento psíquico, não um evento físico. Idéias de magnitude quase inimaginável foram encenadas.

Por exemplo, Judas não foi um homem, em seus termos. Ele foi – como todos os outros discípulos – uma “personalidade fragmentada” criada, abençoada, formada pela personalidade de Cristo. Ele representou o eu-traidor. Ele dramatizou uma porção de cada personalidade individual que se foca sobre a realidade física de uma maneira ávida, e que nega o eu interior à ganância.

Cada uma das doze qualidades representadas da personalidade, que pertence a um indivíduo, e o Cristo como você o conhece, representa o eu interior. Os doze, portanto, mais Cristo, como você o conhece, (uma figura composta por três) representaram uma personalidade individual terrena – o eu interior – e doze características principais conectadas com o eu egotista. Como o Cristo era rodeado pelos discípulos, assim o eu interior é rodeado por estas características fisicamente orientadas, cada uma puxada para fora e para dentro na realidade diária por um lado e, ainda, orbitando o eu interior.

Os discípulos, então, receberam características da realidade física pelo eu interior, como todas as características terrenas vêm de sua natureza interior. Esta era uma parábola viva, feita em carne entre vocês – um jogo cósmico trabalhado por sua causa, assessorado em termos que vocês poderiam entender.

As lições foram claras, como todas as idéias atrás delas, personificadas. Se você perdoar o termo, foi como uma peça local com sentido moral, encenada na esquina de seu universo. Isso não significa que foi menos real do que você previamente supôs. De fato, as implicações do que é dito aqui poderiam claramente indicar os aspectos divinos mais poderosos.

As três personalidade de Cristo nasceram sobre seu planeta e, de fato, se tornou carne entre vocês. Nenhuma delas foi crucificada. Os doze discípulos eram materializações das energias destas três personalidades – suas energias combinadas. Eles foram completamente dotados, então, de individualidade, portanto, mas a tarefa principal deles era manifestar claramente dentro deles mesmos certas habilidades inerentes dentro de todos os homens.

Os mesmos tipos de dramas, de modos diferentes, foram determinados e embora o drama seja sempre diferente, é sempre o mesmo. Isto não significa que um Cristo tenha aparecido em cada sistema de realidade. Isto significa que a idéia de Deus se manifestou em cada sistema de um modo que é compreensível aos habitantes.

Este drama continua existindo. Ele não pertence, por exemplo, a seu passado. Você só o colocou ali. Isto não significa que sempre re-ocorre. O drama, então, estava longe de não ter sentido e o espírito de Cristo, em seus temos, é legítimo. É o Deus-drama provável que você escolhe perceber. Houveram outros que foram percebidos, mas não por você, e há tais outros dramas existindo agora. Tenha ocorrido a crucificação física ou não, foi um evento psíquico e existe assim como todos os outros eventos conectados ao drama.

Muitos eram físicos, mas alguns não. O evento psíquico afetou seu mundo totalmente como o até mesmo o físico, como é óbvio. Todo o drama ocorreu como um resultado da necessidade do gênero humano. Ele foi criado como um resultado daquela necessidade, cresceu dela, mas não se originou dentro de seu sistema de realidade.

Outras religiões foram baseadas em dramas diferentes, nos quais as idéias foram atuadas de um modo compreensível para várias culturas. Infelizmente, as diferenças entre os dramas freqüentemente conduziram a má interpretações, e foram usados como desculpas para guerras. Estes dramas também são trabalhados privadamente no estado de sonho. As figuras personificadas de Deus primeiro foram introduzidas ao homem no estado de sonho e o caminho, então, preparado.

Em visões e inspirações, os homens souberam que o drama de Cristo seria ordenado e, consequentemente, reconheceu isto pelo que era quando ocorreria fisicamente. Seu poder e força se voltaram, então, para o universo de sonho. Isto aumentou seu vigor e intensidade através da materialização física. Nos sonhos privados, os homens, então, relacionaram as figuras principais no drama e no estado de sonho eles reconheceram sua verdadeira importação.

Deus é mais que a soma de todos os sistemas prováveis de realidade que ele criou, e, ainda, está dentro de cada um destes, sem exceção. Ele está, portanto, dentro de cada homem e mulher. Ele também está dentro de cada aranha, sombra, e sapo, e isto é o que homem não gosta de admitir.

Deus só pode ser vivenciado, e você o vivencia, perceba ou não, através de sua própria existência. Ele não é macho ou fêmea, portanto, e eu uso os termos apenas por conveniência. Na verdade mais inevitável, Ele não é humano, em seus termos, nem em seus termos Ele é uma personalidade. Suas idéias de personalidade são muito limitadas para conter as múltiplas facetas da existência multidimensional de Deus.

Por outro lado, Ele é humano, nisto Ele é uma porção de cada individual; e dentro da imensidade da experiência dEle, Ele mantém uma “forma idéia” de Si mesmo como humano, à qual você pode se relacionar. Ele literalmente foi feito carne para morar entre vocês, pois Ele forma a sua carne e nisto Ele é responsável pela energia que dá vitalidade e validade a seu eu privado multidimensional, que, por sua vez, forma sua imagem conforme com suas próprias idéias.

Este multidimensional eu privado, ou a alma, tem, portanto, sua validade eterna. Ele é apoiado, suportado, mantido pela energia, a vitalidade inconcebível, do Tudo-Que-É.

Não pode ser destruído, portanto, este seu eu interior seu, tampouco ser diminuído. Ele compartilha as habilidades que são inerentes ao Tudo-Que-É. Ele precisa, portanto, criar como é criado, pois este é a grande dádiva que está por trás de todas as dimensões de existência, o derramamento a partir da fonte do Tudo-Que-É. Identificarei no devido tempo a figura da terceira personalidade de Cristo.

Porém, agora, estou interessado nos aspectos multidimensionais do Tudo-Que-É. Tal realidade pode ser apenas experienciada. Não há fatos que possam ser dados que possam retratar qualquer fidelidade os atributos do Tudo-Que-É.

Esta realidade e esses atributos aparecerão dentro de vários sistemas de realidade de acordo com os dados de camuflagem de qualquer sistema determinado. A experiência interior com o Deus multidimensional pode surgir em duas áreas principais. Uma é através da realização que esta primariedade move a força que está em tudo que você pode perceber com seus sentidos. O outro método é perceber que essa força motiva primária tem uma realidade independente de sua [dela, da força NT] conexão com o mundo das aparências.

Todos os contatos pessoais com o Deus multidimensional, todos os momentos legítimos de consciência mística, sempre terão um efeito unificador. Eles, no entanto, não isolarão o indivíduo envolvido, mas, ao contrário, ampliará suas percepções até que ele experiencie a realidade e a singularidade de muitos outros aspectos da realidade das quais ele [o indivíduo NT] é capaz.

Então, ele se sentirá menos isolado e menos à parte. Ele não se relacionará como um ser sobre os outros por causa da experiência. Ao contrário, ele receberá uma noção de compreensão na qual percebe a si mesmo único com o Tudo-Que-É.

Como há porções da realidade que você não percebe conscientemente, e outros sistemas de probabilidades dos quais você não está conscientemente ciente, também há aspectos divinos primários que você não pode, neste momento, compreender. Há, portanto, prováveis deuses, cada um refletindo a seu modo os aspectos multidimensionais da identidade primária tão grande e deslumbrantemente que nenhuma realidade, a partir de um tipo particular de existência, poderá contê-la.

Eu tentei lhe dar alguma idéia dos efeitos criativos de longo alcance de seus próprios pensamentos. Com isso em mente, então, é impossível imaginar as criatividades multidimensionais que podem ser atribuídas ao Tudo-Que-É. O termo “Tudo-Que-É” pode ser usado como uma designação para incluir todas as probabilidades divinas em todas as manifestações dela [de Deus NT].

Agora, talvez seja mais fácil para alguns de vocês entenderem as simples estória e parábolas dos começos dos quais falei. Mas o é chegado o tempo para o gênero humano dar vários passos adiante, para expandir a natureza de sua própria consciência para tentar compreender uma versão mais profunda da realidade.

Você superou o tempo dos contos infantis. Quando seus próprios pensamentos tiverem uma forma e realidade, quando eles tiverem validade, mesmo em outros sistemas de realidade das quais você está inconsciente, então não será difícil entender o motivo pelo qual os outros sistemas de probabilidades também são afetados por seus pensamentos e emoções – nem porque as ações dos prováveis deuses não são afetadas pelo que acontece nas outras dimensões de existência.

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How Realities Are Created and Manifested

How Realities Are Created and Manifested

Portion taken from the book “Seth Speaks – The Eternal Validity of The Soul.”

CHAPTER XIV: STORIES OF THE BEGINNING, AND THE MULTIDIMENSIONAL GOD

As the present life of any individual rises from hidden dimensions beyond those easily accessible in physical terms, and as it draws its energy and power to act from unconscious sources, so does the present physical universe as you know it rise from other dimensions. So does it have its source, and derive its energy from deeper realities.

History, as you know it, represents but one single light upon which you focus. You interpret the events that you see therein, and you project upon its glimmer your interpretation of events that may occur. So entranced is your concentration, that when you wonder about the nature of reality you automatically confine your question to this one small flickering moment that you call physical reality. When you ponder upon the aspects of God, you unthinkingly speak of the creator of that one light. That light is unique, and if you truly understood what it was, you would indeed understand the nature of true reality.

History, as you think of it, represents but one thin line of probabilities, in which you are presently immersed. It does not represent the entire lifetime of your species or the catalogue of physical activities, or begin to tell the story of physical creatures, their civilizations, wars, joys, technologies, or triumphs. Reality is far more diverse, far richer and unutterable than you can presently suppose or comprehend. Evolution, as you think of it and as it is categorized by your scientists, represents but one probable line of evolution, the one in which, again, you are presently immersed.

There are, therefore, many other equally valid, equally real evolutionary developments that have occurred and are occurring and will occur, all within other probable systems of physical reality. The diverse, endless possibilities of development possible could never appear within one slender framework of reality.

With splendid innocence and exuberant pride, you imagine that the evolutionary system as you know it is the only one, that physically there can be no more. Now within the physical reality that you know, there are hints and clues as to the nature of other physical realities. There are, latent, within your own physical forms other senses, unused, that could have come to the front but in your probability did not. Now I have been speaking of earthly developments, realities therefore clustered about earthly aspects as you know them.

No evolutionary line is a dead one. Therefore if in your system it disappears, it emerges within another. All probable materializations of life and consciousness have their day, and create those conditions within which they can flourish; and their day, in your terms, is eternal.

I am speaking now, in this chapter, mainly about your own planet and solar system, but the same applies to all aspects of your physical universe. You are aware, then, of only one specific, delicately balanced but unique portion of physical existence. You are not only creatures of corporeal being, forming images of flesh and blood, embedded in a particular kind of space and time; you are also creatures rising out of a particularized dimension of probabilities, born from dimensions of actuality richly suited to your own development, enrichment and growth.

If you have any intuitive understanding as yet concerning the nature of the entity or whole self, you will see that it has placed you in a position in which certain abilities, insights, and experience can be realized, and in which your unique kind of consciousness can be nurtured. Your slightest experience has far more repercussions within this multidimensional environment than the physical brain can conceive. For if you are intensely preoccupied with what may seem to be one infinitesimally minute aspect of reality, and while you seem to be completely embedded within it, only the most “surface” elements of the self are so entranced. I do not like the term “surface” in this regard, though I have used it to suggest the multitudinous portions of the self that are otherwise engaged – some of them as entranced in their reality as you are in yours.

The entity, the true multidimensional self, is aware of all of its experiences, and this knowledge is to some extent available to these other portions of the self, including of course the physical self as you know it. These various portions of the self in fact will eventually (in your terms) become fully aware. Period. This awareness will automatically alter what now seems to be their nature, and add to the multiplicitude of existence.

There are many probable systems of reality, therefore, in which physical data predominates, but such physical probabilities represent but one small portion. Each of you also exist in nonphysical systems, and I have explained earlier that your slightest thought or emotion is manifested in many other ways than in your own field of existence.

Only a portion of your entire identity is “presently” familiar to you, as you know. Therefore, when you consider the question of a supreme being, you imagine a male personality with those abilities that you yourselves possess, with great emphasis upon qualities you admire. This imagined god has therefore changed throughout your centuries, mirroring man’s shifting ideas of himself.

God was seen as cruel and powerful when man believed that these were desirable characteristics, needed particularly in his battle for physical survival. He projected these upon his idea of a god because he envied them and feared them. You have cast your idea of god, therefore, in your own image.

In a reality that is inconceivably multidimensional, the old concepts God are relatively meaningless. Even the term, a supreme being, is in itself distortive, for you naturally project the qualities of human nature n it. If I told you that God was an idea, you would not understand what I meant, for you do not understand the dimensions in which an idea has its reality, or the energy that it can originate and propel. You not believe in ideas in the same way that you believe in physical objects, so if I tell you that God is an idea, you will misinterpret this to that God is less than real – nebulous, without reality, without purpose, and without motive action.

Now your own physical image is the materialization of your idea of yourself within the properties of matter. Without the idea of yourself, your physical image would not be; yet often it is all you are aware of. The initial power and energy of that idea of yourself keeps your image alive. Ideas, then, are far more important than you realize. If you will try to accept the idea that your own existence is multidimensional, that you dwell within the medium of infinite probabilities, then you may catch a slight glimpse of the reality that is behind the word “god,” and you may understand why it is almost impossible to capture a true understanding of that concept in words.

God, therefore, is first of all a creator, not of one physical universe but of an infinite variety of probable existences, far more vast than those aspects of the physical universe with which your scientists are familiar. He did not simply then send a son to live and die on one small planet. He is a wart of all probabilities.

There have been parables told, and stories of beginnings. All of these have been attempts to transmit knowledge in as simple terms as possible. Often answers were given to questions that literally have no meaning outside of your own system of reality.

For example: There was no beginning, and there will be no end, yet parables have been given telling you of beginnings and endings simply because with your distorted ideas of time, beginnings and endings seem to be inseparable, valid events. As you learn to turn the focus of your attention away from physical reality and therefore experience some slight evidence of other realities, your consciousness will cling to old ideas that make true explanations impossible for you to understand. Multidimensional awareness is available to you in your dreams, however, in some trance states, and often even beneath ordinary consciousness as you go about your day.

This awareness gives personal experience with the multidimensional richness that exists not apart from but intermingled with, within, through, and all about your physical world of sense. To say that physical life is not real is to deny that reality pervades all appearance, and is a wart of all appearance. In the same manner, God does not exist apart from or separate from physical reality, but exists within it and as a wart of it, as he exists within and as a wart of all other systems of existence.

Your Christ figure represents, symbolically, your idea of God and his relationships. There were three separate individuals whose history blended, and they became known collectively as Christ – hence many discrepancies in your records. These were all males because at that one of your development, you would not have accepted a female counterpart.

These individuals were a wart of one entity. You could not but imagine God as a father. It would never have occurred to you to imagine a god in any other than human terms. Earth components. These three figures worked out a drama, highly symbolic, propelled by concentrated energy of great force.

The events as they are recorded, however, did not occur in history. The crucifixion of Christ was a psychic, but not a physical event. Ideas of almost unimaginable magnitude were played out.

Judas, for example, was not a man in your terms. He was – like all the other disciples – a blessed, created “fragment personality,” formed by the Christ personality. He represented the self-betrayer. He dramatized a portion of each individual’s personality that focuses upon physical reality in a grasping manner, and denies the inner self out of greed.

Each of the twelve represented qualities of personality that belong to one individual, and Christ as you know him represented the inner self. The twelve, therefore, plus Christ as you know him (the one figure composed of the three) represented an individual earthly personality – the inner self – and twelve main characteristics connected with the egotistical self. As Christ was surrounded by the disciples, so the inner self is surrounded by these physically oriented characteristics, each drawn outward toward daily reality on the one hand, and yet orbiting the inner self.

The disciples, therefore, were given physical reality by the inner self, as all of your earthly characteristics come out of your inner nature. This was a living parable, made flesh among you – a cosmic play worked out for your behalf, couched in terms that you could understand.

The lessons were made plain, as all the ideas behind them were personified. If you will forgive the term, this was like a local morality play, put on in your corner of the universe. This does not mean it was less real than you previously supposed. In fact, the implications of what is said here should clearly hint at the more powerful aspects of godhood.

The three Christ personalities were born upon your planet, and indeed became flesh among you. None of these was crucified. The twelve disciples were materializations from the energies of these three personalities – their combined energies. They were then fully endowed with individuality, however, but their main task was to clearly manifest within themselves certain abilities inherent within all men.

The same kinds of dramas in different ways have been given, and while the drama is always different, it is always the same. This does not mean that a Christ has appeared within each system of reality. It means that the idea of God has manifested within each system in a way that is comprehensible to the inhabitants.

This drama continues to exist. It does not belong, for example, to your past. Only you have placed it there. This does not mean that it always reoccurs. The drama, then, was far from meaningless, and the spirit of Christ, in your terms, is legitimate. It is the probable God-drama that you choose to perceive. There were others that were perceived, but not by you, and there are other such dramas existing now.

Whether or not the Crucifixion occurred physically, it was a psychic event, and exists as do all the other events connected with the drama.

Many were physical but some were not. The psychic event affected your world quite as much as the physical one, as is obvious. The whole drama occurred as a result of mankind’s need. It was created as a result of that need, grew out of it, but it did not originate within your system of reality.

Other religions were based upon different dramas, in which ideas were acted out in a way that was comprehensible to various cultures. Unfortunately, the differences between the dramas often led to misunderstandings, and these were used as excuses for wars. These dramas are also privately worked out in the dream state. The Godpersonified figures first were introduced to man in the dream state, and the way then prepared.

In visions and inspirations, men knew that the Christ drama would be enacted and hence recognized it for what it was when it occurred physically. Its power and strength then returned to the dream universe. It had increased its vigor and intensity through the physical materialization. In private dreams, men then related to the main figures in the drama, and in the dream state they recognized its true import.

God is more than the sum of all the probable systems of reality he has created, and yet he is within each one of these, without exception. He is therefore within each man and woman. He is also within each spider, shadow, and frog, and this is what man does not like to admit.

God can only be experienced, and you experience him whether or not you realize it, through your own existence. He is not male or female, however, and I use the terms only for convenience’s sake. In the most inescapable truth, he is not human in your terms at all, nor in your terms is he a personality. Your ideas of personality are too limited to contain the multitudinous facets of his multidimensional existence.

On the other hand, he is human, in that he is a portion of each individual; and within the vastness of his experience he holds an “idea shape” of himself as human, to which you can relate. He literally was made flesh to dwell among you, for he forms your flesh in that he is responsible for the energy that gives vitality and validity to your private multidimensional self, which in turn forms your image in accordance with your own ideas.

This private multidimensional self, or the soul, has then an eternal validity. It is upheld, supported, maintained by the energy, the inconceivable vitality, of All That Is.

It cannot be destroyed then, this inner self of yours, nor can it be diminished. It shares in those abilities that are inherent within All That Is. It must, therefore, create as it is created, for this is the great giving that is behind all dimensions of existence, the spilling-over from the fountain of All That Is.

I will in due time identify the figure of the third Christ personality. Now, however, I am concerned with the multidimensional aspects of All That Is. Such a reality can only be experienced. There are no facts that can be given that can portray with any faithfulness the attributes of All That Is.

This reality and those attributes will appear within various systems of actuality in keeping with the camouflage data of any given system. The inner experience with the multidimensional God can come in two main areas. One is through the realization that this prime moving force is within everything that you can perceive with your senses. The other method is to realize that this primary motive force has a reality independent of its connection with the world of appearances.

All personal contact with the multidimensional God, all legitimate moments of mystic consciousness, will always have a unifying effect. They will not, therefore, isolate the individual involved, but instead will enlarge his perceptions until he will experience the reality and uniqueness of as many other aspects of reality of which he is capable.

He will feel, therefore, less isolated and less set apart. He will not regard himself as being above others because of the experience. On the contrary he will be swept along in a gestalt of comprehension in which he realizes his own oneness with All That Is.

As there are portions of reality that you do not consciously perceive, and other systems of probability of which you are not consciously aware, so also are there aspects of primary godhood that you cannot at this moment comprehend. There are, therefore, probable gods, each one reflecting in its way the multidimensional aspects of a prime identity so great and dazzling that no one reality form or particular kind of existence could contain it.

I have tried to give you some idea of the far-reaching creative effects of your own thoughts. With that in mind, then, it is impossible to imagine the multidimensional creativities that can be attributed to All That Is. The term `All That Is’ can be used as a designation to include all of those probable gods in all of their manifestations.

Now it is easier perhaps for some of you to understand the simple stories and parables of beginnings of which I have spoken. But the time has come for mankind to take several steps further, to expand the nature of his own consciousness by trying to comprehend a more profound version of reality. You have outgrown the time of children’s tales. When your own thoughts have a form and reality, when they have validity even in other systems of reality of which you are unaware, then it is not difficult to understand why other systems of probabilities are also affected by your own thoughts and emotions – nor why the actions of the probable gods are not affected by what happens in other dimensions of existence.

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O Eu-Todo Como Macho e Fêmea

O Eu-Todo Como Macho e Fêmea

Trecho tirado do livro “Seth Fala: A Eterna Validade da Alma”.

CAPÍTULO 13: REENCARNAÇÃO, SONHOS E O MASCULINO E FEMININO ESCONDIDOS NO EU

Como mencionei anteriormente, cada pessoa vive vidas masculinas e femininas. Como uma regra, a memória consciente destes não é retida. Para prevenir uma super identificação do indivíduo com seu sexo presente, no macho reside uma personificação interior de feminilidade. Esta personificação de feminilidade no macho é o verdadeiro significado do que Jung chamou de “anima” (principio vital, vida, alma. NT)

A anima no macho é, portanto, a memória psíquica e a identificação de todas as existências femininas prévias nas quais o eu interior foi envolvido. Ele contém em si o conhecimento das histórias femininas passadas do macho presente e a compreensão intuitiva de todas as qualidades femininas com as quais a personalidade é naturalmente dotada.

Então, a anima é uma proteção importante, prevenindo o macho da super identificação com quaisquer características masculinas culturais que foram profundamente impostas a ele através do histórico atual, do ambiente e da educação. A anima não apenas serve como uma influência pessoal, mas como uma influência da civilização de massa, amadurecendo fortemente as tendências agressivas e servindo também como uma ponte na comunicação com as mulheres num relacionamento familiar e também comunicando como isto é aplicado através das artes e da verbalização.

O macho sonhará freqüentemente consigo mesmo, no entanto, como uma fêmea. O modo particular pelo qual ele faz isto, pode dizer a ele muito sobre seu próprio histórico reencarnacional, no qual ele operou como uma fêmea. A masculinidade e a feminilidade não são obviamente opostas, mas tendências que emergem. A sacerdotisa, a mãe, a jovem bruxa, a esposa, e a sábia anciã – esses tipos gerais são arquétipos, simplesmente porque eles são “elementos enraizados”, representando, simbolicamente, os vários tipos das chamadas qualidades e os vários tipos das vidas femininas que foram vividas por machos.

Eles também foram vividos por fêmeas, claro. Porém, as mulheres não precisam ser lembradas de sua feminilidade, mas, novamente, de forma que elas não se super identificam com seu sexo presente, há o que Jung chamou de “animus”, ou o macho escondido dentro da mulher.

Porém, novamente, isto representa as vidas masculinas com que o eu tem estado envolvido – o rapaz jovem, o padre, o homem selvagem e agressivo, e o ancião sábio. Estes são tipos, representando geral e simbolicamente vidas masculinas passadas vividas pelas mulheres presentes. As mulheres, portanto, podem aprender muito sobre seus passados reencarnacionais como homens, através do estudo destes sonhos nos quais estes tipos aparecem ou nos quais elas mesmas aparecem como homens.

Através da anima e do animus, personalidades presentes assim denominadas são capazes de trazer conhecimento, e intuições, e históricos que foram derivados de existências passadas como o sexo oposto. Em algumas ocasiões, por exemplo, a mulher pode extrapolar e exagerar nas características femininas, casos em que o animus ou o macho nela vem em sua ajuda, trazendo, através das experiências de sonho, uma arremetida de conhecimento que resultará em reações compensatórias masculinas.

O mesmo se aplica a um macho quando ele se super identifica com o que ele acredita serem características masculinas, por qualquer razão. A anima, ou a mulher nele, se levantará para ações compensatórias, causando uma erupção de habilidades intuitivas, trazendo um elemento criativo que compense a agressividade.

Idealmente, deixadas sós, essas operações resultariam num equilíbrio individual e em massa, onde a agressividade sempre seria usada criativamente, como realmente pode e deve ser.

O animus e a anima são, é claro, psiquicamente altamente carregadas, mas a origem deste custo psíquico e a fascinação interior são o resultado de uma identificação interna bastante legítima com estas características personificadas do outro sexo.

Elas apenas não têm uma realidade na psique, portanto, mas são fixadas nos dados geneticamente classificados pelo eu interior – uma memória genética dos eventos psíquicos passados – transpostos para a memória genética das mesmas células que compõem o corpo.

Cada eu interior, adotando um novo corpo, impõe sobre ele, e sobre toda a sua genética, memória das formas físicas passadas nas quais esteve envolvido. Agora, as características presentes normalmente obscurecem as passadas. Elas são dominantes, mas as outras características estão ocultas e presentes, construídas dentro do padrão. O padrão físico do corpo presente, então, é uma memória genética do passado das formas físicas do eu e de suas forças e fraquezas.

Tentarei colocar isto tão simples quanto possível. Há camadas presentemente invisíveis no corpo, a camada mais alta que você vê representa, é claro, a forma física presente. Mas, emaranhada dentro desta há o que é a quantia das camadas invisíveis, “sombrias”, camadas ocultas que representam imagens físicas passadas que pertenceram à personalidade.

Elas são mantidas em suspenso, por assim dizer. Elas são eletromagneticamente conectadas à estrutura atômica do corpo presente. Para seu modo de pensar, elas estão não focadas. Elas são uma parte de sua herança psíquica, porém.

Freqüentemente você pode chamar uma força passada de um corpo prévio, para ajudar a compensar uma fraqueza presente. O corpo não só carrega a memória biológica de sua própria condição passada nesta vida, portanto, mas indelevelmente com ela, até mesmo fisicamente, estão as memórias dos outros corpos que a personalidade formou em reencarnações previas.

O anima e o animus são intimamente conectados com essas imagens do corpo interior. Estas imagens do corpo são altamente carregadas psiquicamente e também aparecem no estado de sonho. Elas operam como compensações e lembranças para lhe prevenir de se super identificar com seu corpo físico presente.

Elas são, é claro, macho e fêmea. Quando você está doente, no estado de sonho você tem experiências freqüentes, nas quais você parece ser outra pessoa com um corpo completamente saudável. Freqüentemente tal sonho é terapêutico. Um corpo reencarnacional “mais velho” veio em seu auxilio, a partir do qual você tirou força através da memória de saúde dele.

Experiências reencarnacionais são parte da estrutura do eu, uma face da realidade multidimensional da vida psíquica. Estas experiências irão, portanto, estar refletidas não apenas no estado de sonho, mas em outras camadas de atividade.

O tecido do eu presente é entrelaçado com estes “passados” reencarnacionais e, a partir deles, o eu presente tira inconscientemente de seu próprio banco de características de personalidade, atividades e insights. Freqüentemente recordações de vida passadas vêm à superfície, mas não são reconhecidas como tais, já que aparecem em forma de fantasia, ou são projetadas em criações artísticas.

Por exemplo, muitos escritores de peças históricas estão escrevendo de uma experiência direta naqueles tempos. Tais exemplos representam um trabalho harmônico de concordância entre o eu presente e a inconsciência, que trazem estas memórias à superfície de tal maneira que a vida presente é enriquecida. Muito frequentemente. Freqüentemente, a verdadeira consciência da situação se torna quase consciente e só sob a consciência o indivíduo conhece a fonte da autenticidade de seu material.

Em sonhos, muito freqüentemente, este material reencarnacional é lançado, de forma similar, em um molde dramático. Sob tudo isso, a anima e o animus trabalham juntos, novamente, não em oposição, mas misturando características. Juntos, é claro, eles representam a fonte de criatividade, tanto psíquica quanto fisicamente.

A anima representa a “interioridade” inicial necessária, o estado meditativo, cuidadoso, intuitivo, as características voltadas interiormente, o foco interno do qual a criatividade vem.

A palavra “passivo” é uma palavra pobre para descrever as características da anima, nela há a sugestão da falta de movimento, e este raramente é o caso. É verdade que a anima se permite ser vivenciada assim, mas o motivo por trás disto é o desejo e a necessidade de sintonização para com outras forças que são supremamente poderosas.

O desejo da rapidez, no entanto, é tão forte na anima como o desejo oposto, pelo descanso. As características do animus provêem o ímpeto agressivo que remete a personalidade de volta, do externo para as atividades físicas, mantendo triunfantemente os produtos da criatividade que as características da anima asseguraram.

O Eu todo é obviamente a soma destas características, e mais. Após a encarnação final, o físico, o tipo de criatividade sexual, simplesmente não é mais necessário. Em outras palavras, você não precisa reproduzir fisicamente. Em termos simples, todo o Eu contém características masculinas e femininas, finamente sintonizadas juntas, misturadas de forma que a verdadeira identidade pode, então, se elevar – pois não pode enquanto um grupo de características tem que ser enfatizado sobre o outro grupo, como deve ser durante sua existência física presente.

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The Whole-Self As Male and Female

The Whole-Self As Male and Female

Portion taken from the book “Seth Speaks – The Eternal Validity of The Soul.”

If you wish, there is a PDF version of this book (without notes from the co-authors) available on the internet that you can access to your leisure, at this link.

CHAPTER XIII: REINCARNATION, DREAMS, AND THE HIDDEN MALE AND FEMALE WITHIN THE SELF

As I mentioned earlier, each person lives both male and female lives. As a rule, conscious memory of these is not retained. To prevent an overidentification of the individual with his present sex, within the male there resides an inner personification of femaleness. This personification of femaleness in the male is the true meaning of what Jung called the “anima.”

The anima in the male is, therefore, the psychic memory and identification of all the previous female existences in which the inner self has been involved. It contains within it the knowledge of the present male’s past female histories, and the intuitive understanding of all the female qualities with which the personality is innately endowed.

The anima, therefore, is an important safeguard, preventing the male from overidentifying with whatever cultural male characteristics have been imposed upon him through present background, environment, and education. The anima serves not only as a personal but as a mass-civilizing influence, mellowing strongly aggressive tendencies and serving also as a bridge both in communicating with women in a family relationship, and in communication also as it is applied through the arts and verbalization.

The male will often dream of himself, therefore, as a female. The particular way in which he does so, can tell him much about his own reincarnational background in which he operated as a female. Maleness and femaleness are obviously not opposites, but merging tendencies. The priestess, the mother, the young witch, the wife, and the old wise woman – these general types are archetypes, simply because they are “root elements” representing, symbolically, the various kinds of so-called female qualities and the various kinds of female lives that have been lived by males.

They have also been lived by females, of course. However, the women do not need to be reminded of their femaleness, but again, so that they do not overidentify with their present sex, there is what Jung called the “animus,” or the hidden male within the woman.

Again, however, this represents the male lives with which the self has been involved – the young boy, the priest, the aggressive `jungle man,” and the wise old man. These are types, representing generally and symbolically past male lives lived by present women. Women, therefore, can learn much about their reincarnational past as men, through studying those dreams in which these types appear, or in which they themselves appear as men.

Through the anima and the animus, so-called, present personalities are able to draw upon the knowledge and intuitions and background that was derived from past existences as the opposite sex. On some occasions, for example, the woman may go overboard and exaggerate female characteristics, in which case the animus or male within comes to her aid, bringing through dream experiences an onrush of knowledge that will result in compensating malelike reactions.

The same applies to a male when he over-identifies with what he believes to be male characteristics, for whatever reason. The anima or woman within will rouse him to make compensating actions, causing an upsurge of intuitive abilities, bringing a creative element to offset aggressiveness.

Ideally, left alone, these operations would result in a balance individually and en masse, where aggressiveness was always used creatively, as indeed it can and should be.

The animus and the anima are, of course, highly charged psychically, but the origin of this psychic charge and the inner fascination are the result of a quite legitimate inner identification with these personified other-sex characteristics.

They not only have a reality in the psyche, however, but they are imbedded in genetically codified data by the inner self – a genetic memory of past psychic events – transposed into the genetic memory of the very cells that compose the body.

Each inner self, adopting a new body, imposes upon it and upon its entire genetic makeup, memory of the past physical forms in which it has been involved. Now the present characteristics usually overshadow the past ones. They are dominant, but the other characteristics are latent and present, built into the pattern. The physical pattern of the present body, therefore, is a genetic memory of the self’s past physical forms, and of their strengths and weaknesses.

I will try to put this as simply as possible. There are presently invisible layers within the body, the topmost layer that you see representing, of course, the present physical form. But enmeshed within this there are what amount to invisible layers, “shadow,” latent layers that represent previous physical images that have belonged to the personality.

They are kept in abeyance, so to speak. They are connected electromagnetically to the atomic structure of the present body. To your way of thinking, they would be unfocused. They are a part of your psychic heritage, however. Often you can call up a past strength of a previous body, to help compensate for a present weakness. The body does not only carry memory biologically of its own past condition in this life therefore, but indelibly with it, even physically, are the memories of the other bodies that the personality has formed in previous reincarnations.

The anima and the animus are closely connected with these interior body images. These body images are highly charged psychically, and also appear in the dream state. They operate as compensations and reminders to prevent you from overidentifying yourself with your present physical body.

They are, of course, both male and female. When you are ill, in the dream state you often have experiences in which you seem to be someone else with an entirely healthy body. Often such a dream is therapeutic. An “older” reincarnational body has come to your aid, from which you draw strength through the memory of its health.

Reincarnational experiences are a part of the framework of the self, a facet of the multidimensional reality of the living psyche. These experiences will, therefore, be reflected not only in the dream state, but in other layers of activity.

The fabric of the present self is interwoven with these reincarnational “pasts,” and from them the present self draws unconsciously from its own bank of personality characteristics, activities, and insights. Often past life memories come to the surface but are not recognized as such, since they appear in fantasy form, or are projected into art creations.

Many writers of historical pieces, for example, are writing out of direct experience with those times. Such instances represent an excellent working rapport between the present self and the unconscious, which brings these memories to the surface in such a way that current life is enriched. More often than not, true awareness of the situation often becomes almost conscious, and just beneath awareness the individual knows the source of his authentic material.

In dreams this reincarnational material is likewise cast into a dramatic mold very frequently. Beneath all this, the anima and the animus work together, again not opposites but blending characteristics. Together, of course, they represent the fount of creativity, psychically as well as physically.

The anima represents the necessary initial “inwardness,” the brooding, caring, intuitive, inside-turning characteristics, the inward focusing from which creativity comes.

The word “passive” is a poor one to describe the characteristics of the anima, in that it suggests a lack of motion, and this is hardly the case. It is true that the anima allows itself to be acted upon, but the motive behind this is the desire and the necessity to tune into other forces that are supremely powerful. The desire to be swept along, therefore, is as strong with the anima as the opposite desire for rest.

The characteristics of the animus provide the aggressive thrust that returns the personality back outward into physical activities, triumphantly holding the products of creativity that the anima characteristics have secured.

The whole self is obviously the sum of these characteristics, and more. After the final incarnation, the physical, sexual type of creativity is simply no longer needed. You do not need to reproduce physically, in other words. In simple terms the whole self contains male and female characteristics, finely tuned together, blended so that true identity can then arise – for it cannot, when one group of characteristics must be emphasized over the other group, as it must be during your present physical existence.

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What is Bindi and what does it mean?

What is Bindi and what does it mean?

Video commenting on the usage of Bindi.

Below are links for those who want to know more about the meaning of Bindi usage:

Self Knowledge Videos

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O Que Significa Um Pingente Na Testa?

O Que Significa Um Pingente Na Testa?

Vídeo explicando sobre o uso de um pingente na testa, conhecido pelo nome de Bindi na cultura oriental. O que significa? Assista abaixo para saber.

Há outros significados mais profundos e espiritual no uso do bindi, não mencionados neste vídeo mas explicados nos links (em inglês) abaixo:

Bijuterias Esotéricas